A música é uma arte nobre, cuja origem remonta à noite dos tempos da história. Desde o crepúsculo da humanidade, a música tem servido como tradutor e transmissor de sentimentos. Paixão transversal, afloradora de instintos, divinamente inspiradora, é talvez o combustível dos nossos sonhos, que nos comanda a vida.
Conheço pessoas que não gostam de futebol, ou não gostam de política, ou mesmo de viajar de avião, mas não conheço ninguém que não goste de música. A música é algo de transcendente, de imaterial, capaz de chegar ao mais íntimo do nosso ser. Creio que ao longo da nossa vida, sentimos necessidade de associar a música a alguns momentos da nossa existência, sejam eles bons ou maus. De certa forma, inconscientemente, estamos a apoderar-mo-nos de uma ou mais músicas.
Recentemente, eu próprio descobri uma paixão, musicalmente falando, que acredito, sempre esteve dentro de mim, mas que durante um quarto de século de vida, se manteve na penumbra do meu subconsciente, secundarizada por outras "guerras".
Eu descobri o quão poderoso pode um instrumento musical ser. Eu descobri o quão mágico pode um "fazedor" de sonhos ser. À minha fé religiosa, junta-se agora uma outra fé, sem dogmas ou cismas, e por conseguinte mais simples mas nem por isso menos convicta e apaixonada. Nesta fé, só existe um Deus e dez crentes, em permanente união e harmonia. Os meus dedos e o Piano. O meu Piano, a minha fé!!
Conheço pessoas que não gostam de futebol, ou não gostam de política, ou mesmo de viajar de avião, mas não conheço ninguém que não goste de música. A música é algo de transcendente, de imaterial, capaz de chegar ao mais íntimo do nosso ser. Creio que ao longo da nossa vida, sentimos necessidade de associar a música a alguns momentos da nossa existência, sejam eles bons ou maus. De certa forma, inconscientemente, estamos a apoderar-mo-nos de uma ou mais músicas.
Recentemente, eu próprio descobri uma paixão, musicalmente falando, que acredito, sempre esteve dentro de mim, mas que durante um quarto de século de vida, se manteve na penumbra do meu subconsciente, secundarizada por outras "guerras".
Eu descobri o quão poderoso pode um instrumento musical ser. Eu descobri o quão mágico pode um "fazedor" de sonhos ser. À minha fé religiosa, junta-se agora uma outra fé, sem dogmas ou cismas, e por conseguinte mais simples mas nem por isso menos convicta e apaixonada. Nesta fé, só existe um Deus e dez crentes, em permanente união e harmonia. Os meus dedos e o Piano. O meu Piano, a minha fé!!
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