Guardo-me o direito de definir o limite da exposição de mim mesmo.
Não estou seguro de nada, a não ser que sendo senhor dos meus pensamentos, camarada das minhas memórias, e cúmplice da minha imaginação, me delimito perante o exterior da minha identidade.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Guerra e Paz
Na minha maneira de ver, dos quatro cavaleiros apocalípticos, apenas o de tonalidade esverdeada não pode ser vencido pelo bom senso do Homem.
Todos os outros, resultam menos de inevitabilidades do que do descontrolo desenfreado das paixões e ambições terrenas.
Nada há de mais estultício que em teimar fazer a guerra. A guerra é a pior empresa a que os Homens se podem dedicar, mesmo que a revistam das mais justas intenções.
Nada há de tão injusto, que justifique tamanha injustiça. Quando a guerra se torna na útima alternativa, então é porque o Homem deixa de ser um ser racional, e se transforma na besta mais cruel do mundo natural.
Nada há de mais cínico do que quando o Homem se empreende na fabricação de ideologias movidas pelos seus instintos e paixões, descurando a razão.
Quantos eus se perderam por esses campos de batalha? Em nome de quem? em nome de quê?Quantos homens conscientes de si, dos outros e do mundo aplicável na época respectiva, não tiveram de sacrificar sonhos, projectos e planos, pela cupidez de poucos?
E quantos não foram aqueles que tendo sido ludibriados pela loucura alheia, se entregaram de corpo e alma a causas inglórias, maquilhadas por motivos discutivelmente nobres?
Quantos não viveram adormecidos, peões manietados no tabuleiro do jogo do pecado?
Todos os outros, resultam menos de inevitabilidades do que do descontrolo desenfreado das paixões e ambições terrenas.
Nada há de mais estultício que em teimar fazer a guerra. A guerra é a pior empresa a que os Homens se podem dedicar, mesmo que a revistam das mais justas intenções.
Nada há de tão injusto, que justifique tamanha injustiça. Quando a guerra se torna na útima alternativa, então é porque o Homem deixa de ser um ser racional, e se transforma na besta mais cruel do mundo natural.
Nada há de mais cínico do que quando o Homem se empreende na fabricação de ideologias movidas pelos seus instintos e paixões, descurando a razão.
Quantos eus se perderam por esses campos de batalha? Em nome de quem? em nome de quê?Quantos homens conscientes de si, dos outros e do mundo aplicável na época respectiva, não tiveram de sacrificar sonhos, projectos e planos, pela cupidez de poucos?
E quantos não foram aqueles que tendo sido ludibriados pela loucura alheia, se entregaram de corpo e alma a causas inglórias, maquilhadas por motivos discutivelmente nobres?
Quantos não viveram adormecidos, peões manietados no tabuleiro do jogo do pecado?
terça-feira, 21 de abril de 2009
Encruzilhada
Pretenciosamente, sempre almejei desvendar algo de alguma coisa, por e para mim proprio.
Pensei seguir uma metodologia de raciocinio fundada numa sequencia de passos logicos, que tivesse como ponto de partida premissas aceites como verdadeiras pelo comum dos homens de inteligencia media.
Nao que alguma vez me tivesse considerado como alguem dotado de capacidades extraordinarias. Sempre tive presente as minhas limitaçoes, tanto fisicas, bem como e sobretudo mentais.
Mas tendo em conta o ritmo frenetico das vidas dos meus contemporaneos, dedutivamente calculei que a grande maioria nao tera com certeza tempo para se entreter com deambulaçoes filosoficas.
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